Bairros

Futuro do aterro demanda ‘pressa’

Luciana La Fortezza
| Tempo de leitura: 2 min

O futuro do aterro sanitário de Bauru demanda pressa e eficiência. A avaliação é de Alcides Tadeu Braga, gerente da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) em Bauru, leva em conta o tempo que levará a aprovação de um projeto que autorize a quarta camada de deposição no local.

Se a ampliação vertical não for aprovada logo, em aproximadamente um ano a cidade não terá mais para onde levar as cerca de 220 toneladas diárias de resíduos. Como o assunto é delicado, antes de ser encaminhado à Cetesb tramitará pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente.

“Mesmo que demore seis meses na secretaria, quando checar na Cetesb a análise será mais rápida. Não é uma situação de caos, mas se não forem tomadas medidas eficientes, o tempo passa”, diz.

Para evitar mais um problema a curto prazo, a Emdurb espera publicar até o final do mês um edital para contratar uma empresa especializada na elaboração do estudo técnico necessário para a abertura da quarta camada.

“A idéia é agilizar. Não vamos fugir de um novo aterro, mas queremos ganhar tempo (com a quarta camada). O aterro hoje está sendo operado de forma racional. Não passa nenhum dia descoberto”, comenta o presidente da Emdurb, Renato Purini. Ele ressalta ainda que os galhos de árvores, antes queimados no local, agora são triturados por uma máquina da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma).

As duas medidas colocam o aterro numa situação muito melhor que a verificada no início da gestão de Purini, quando fazia cinco meses que o lixo não era coberto.

Por essa razão, ele acredita que a nota atribuída pela Cetesb ao aterro deva melhorar em 2007. Neste ano, a avaliação não ultrapassou 7,7, sendo que no ano anterior foi de 9,5. A primeira vistoria da Cetesb para a formulação do conceito a ser divulgado em 2007 foi realizada recentemente.

Comentários

Comentários