Todo ser humano tem o poder de pensar e agir tanto para o bem como para o mal. As pessoas normais de bom comportamento também têm momentos de fraqueza e cometem erros que ofendem as pessoas da família e amigos. Já dizia Jesus: “Aquele que não tiver pecado atire a primeira pedra.” Estou falando de Dionizio Vieira, que partiu desta vida para eternidade. O conheci desde menino que na adolescência trabalhou numa ótica da cidade sempre humilde e aquele jeitinho cordial. Depois que ficou adulto foi trabalhar na Anderson Clayton, num serviço penoso que tinha que manejar sacaria e subir escada, mas ele nunca faltou ao serviço e nem fugia de suas obrigações. Depois ingressou no DER e com seu jeitinho humilde e trabalhador cumpriu seu tempo de serviço e foi aposentado com seus méritos e honestidade. Casado com dona Neli Scarcella tiveram três lindas filhas que lhes deram sete netos. Muito querido pela família e amigos. Visitava suas irmãs e levava verdura, mandioca, pimenta e cheiro verde que ele mesmo cultivava, para as crianças levava balinhas. Esse era o tio Didi. Didi gostava de forró e esportes, tinha um grande defeito, era sãopaulino roxo. Nós temos o costume de elogiar as pessoas quando perdemos mas eu tenho certeza que a família e amigos falam isso porque gostariam de ter seu ente querido com todos os defeitos. Vou sentir saudade porque conheci sua trajetória de vida. Ele era meu amigo, cunhado, compadre, companheiro para todas as horas. Deus te levou para ajudar na conquista da paz. Dionizio, Didi, paisão, vosão, cunhadão, sogrão você está em boa companhia do nosso Deusão.
Francisco A. Torrecilha - RG 9.585.407