Terá continuidade hoje a pesquisa que vai identificar o grau de vulnerabilidade das famílias bauruenses que vivem em regiões periféricas da cidade. Os pesquisadores, que começaram o trabalho de coleta de dados em junho, vão percorrer o Ferradura Mirim e Jardim Ferraz para aplicar questionário junto a famílias residentes nos bairros.
A pesquisa está sendo realizada por meio de parceria entre a Secretaria Municipal do Bem-Estar Social (Sebes) e a Instituição Toledo de Ensino (ITE), através das Faculdades de Ciências Econômicas (DataITE) e de Serviço Social. A pesquisa está sendo feita por amostragem.
Estão sendo pesquisadas as famílias residentes nas seis regiões administrativas dos Centros de Referência da Assistência Social (Cras) – o levantamento começou pelo Parque Santa Cândida.
Além de identificar o grau de vulnerabilidade dos moradores dessas regiões, a prefeitura pretende utilizar o resultado da pesquisa para avaliar se os programas que estão sendo oferecidos necessitam de ampliação ou até mesmo a necessidade de novos serviços em função da demanda levantada.
Dados
O levantamento parte de alguns indicadores básicos, como renda familiar, famílias chefiadas por mulheres e com filhos menores de 15 anos, famílias com pessoas de 10 a 15 anos que trabalham, ou com pessoas de 4 a 14 anos que não estudam, dentre outros tópicos.
A coleta de dados está sendo feita por 60 alunos da ITE, com supervisão das assistentes sociais da Sebes. Para fechar o trabalho, faltam ainda as regiões do Núcleo Habitacional Nova Bauru e Distrito de Tibiriçá. Posteriormente, será realizada a tabulação dos dados.