Cultura

Folclore o mês inteiro

Diego Molina
| Tempo de leitura: 2 min

Buscando valorizar as tradições que perpassam os 110 anos de história de Bauru e seguem ao passado, à cultura dos povos que primeiro habitaram o Centro do Estado, o mês de agosto foi praticamente transformado no Mês do Folclore no Município, além do mês de seu aniversário. E hoje, no Dia do Folclore, uma série de atividades ainda buscam resgatar as manifestações populares.

O Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo/Centrinho realiza sua Semana do Folclore, voltada aos pacientes internos e de ambulatório. Até sexta-feira, os monitores do Serviço de Educação e Terapia Ocupacional da unidade realizam leitura de lendas, confecções de máscaras e recebem convidados, entre outras atividades. O Centrinho tem movimentação diária de cerca de 300 pacientes.

De acordo com a assessoria de comunicação do hospital, as atividades da Semana do Folclore envolvem representações como danças, festas, comidas e obras de arte de todas as regiões brasileiros justamente porque o Centrinho vivencia a miscigenação, já que recebe pacientes de todo o Brasil. “Vamos aproveitar o momento para reforçar o conceito de cultura popular e demonstrar aos pacientes, especialmente as crianças, que a cultura é algo dinâmico, em constante transformação”, comenta a terapeuta ocupacional Márcia Almendros Moraes, em entrevista à assessoria do Centrinho.

A programação de hoje conta com brincadeiras de bilboquê e adivinha, confecção de Saci e contação de histórias e superstições. Amanhã, os pacientes assistem teatro de fantoches do bumba-meu-boi. Na quinta-feira, haverá a apresentação do Grupo de Catira de Bauru e do Grupo de Folia de Reis no ambulatório do hospital e no setor de educação e terapia ocupacional.

Mais informações sobre a Semana do Folclore do Centrinho pelo telefone (14) 3235-8156.

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Festivais

Bauru ganhou, neste ano, pela primeira vez, seu Festival do Folclore. Promovido pelo Yauaretê Centro de Cultura Artes e Educação e Secretaria Municipal de Cultura (SMC), o evento teve os moldes do Festival de Folclore de Olímpia, o mais tradicional no Estado. Em três dias, no início do mês, o público pôde conferir uma mostra da cultura popular brasileira, com apresentações de danças e autos (reisados, congadas, moçambiques, catira, fandango, bumba-meu-boi, parafusos, tambor de crioula), literatura folclórica (poesia, contos, mitos e lendas), música folclórica e artesanatos.

O Festival do Folclore ganhou ainda o reforço de mais de 240 artesãos do Município e da região, na Feira Regional de Artes e Artesanato de Bauru, organizada por membros da Feira de Artes e Artesanato Ubá e pela SMC. Todos os meses, a Ubá apresenta artesanato confeccionado por produtores da cidade, sempre no segundo domingo, no Parque Vitória Régia.

O Serviço Social do Comércio (Sesc) também dedicou parte de sua programação de agosto ao folclore, com a mostra “Cores e Ritmos de Nossas Raízes”, que percorreu as unidades do órgão durante este mês com apresentações de danças folclóricas.

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