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Vigia mantém reféns em banco de Taubaté

Folhapress
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São José dos Campos - Um vigia armado de uma agência do banco ABN Amro Real de Taubaté (130 quilômetros de São Paulo), no Vale do Paraíba, mantinha, até o início da noite de ontem, funcionários e clientes reféns. De acordo com a Polícia Militar, o vigia, que até as 19h30 de ontem não havia sido identificado, estaria sofrendo uma crise depressiva motivada, possivelmente, pelo fim de um relacionamento.

Nervoso, por volta de 14h, o vigia dominou e tomou as armas de outros dois colegas que também fazem a segurança na agência. Ele chegou a disparar tiros dentro da agência, localizada no centro de Taubaté. Houve pânico, e algumas pessoas ficaram feridas ao tentar escapar do local, inclusive pulando janelas no andar superior do prédio.

A Polícia Militar (PM) cercou o prédio e interditou a região próxima. As negociações foram feitas inclusive com a presença dos pais do vigia, que se recusou a falar com eles. De acordo com a PM, o vigia exigia como condição para libertar os reféns a presença de uma ex-namorada, que ele não vê desde 1999 e que estaria morando no Rio de Janeiro.

Inicialmente, pelo menos 11 pessoas, entre funcionários do banco e clientes, foram mantidos reféns. Ao longo do dia, alguns deles foram liberados. Por volta das 18h30, o vigia ainda mantinha seis pessoas sob seu poder.

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