Tribuna do Leitor

Voto nulo versus voto consciente


| Tempo de leitura: 2 min

Democracia. Eis aí um beneficio a que o povo é brindado, principalmente no que se refere ao direito de escolha. Mas eu faço uma pergunta ao leitor que sempre me honra com sua leitura atenta e questionadora: será que o brasileiro depois de conquistar a duras penas o direito do voto o valoriza como deveria?

A resposta é não, pois se tivesse a consciência formada jamais cogitaria a remota possibilidade de digitar na urna eletrônica um número inexistente visando anular o seu voto. Sempre é bom lembrar que, embora o brasileiro esteja desapontado com os representantes que ora agem em seu nos três poderes não se pode generalizar, ainda existem pessoas bem intencionadas.

É inadmissível que alguém encabece uma campanha pregando o voto nulo, ao invés de fazer o oposto pregando o uso do voto como agente transformador de uma sociedade onde há muitas distinções, porém, na hora do voto as mesmas acabam pois o voto de um pobre tem o mesmo valor do que o do rico.

O que diferencia uma escolha da outra é a maneira como cada cidadão faz uso de sua consciência. Então, cabe salientar que é sempre bom ter em mente aquela máxima: “O voto não tem preço, tem consequência”.

E as consequências de uma opção mal escolhida todos já sabem decor e salteada não sendo necessário lembrá-las. E é bom lembrar que a tecnologia também colabora com as eleições pois a urna agora eletrônica permite-nos corrigir um voto errado, não se admitindo de forma alguma errar, já que se pode corrigir no caso de um engano.

E também pode-se ver a foto do candidato escolhido, então não tem desculpa para errar. Então, pense muito, porque uma escolha individual errada afeta toda uma coletividade e não somente uma pessoa.

Abaixo o voto nulo!

Voto consciente, já!

Rodrigo Cabello da Silva - RG 25.209.620-4

Comentários

Comentários