Conhecida como a cidade das altas temperaturas – lá chove todo dia, às vezes até duas vezes ao dia –, Belém foi fundada em 1616, quando ainda era habitada pelos índios tupinambás e chamada de Santa Maria do Grão-Pará.
Quente mas repleta de árvores (há imensas mangueiras em todas as suas avenidas), é encantadora. Tanto assim que inspirou e continua inspirando poetas como Manuel Bandeira (1886-1968), que escreveu em 1928 “Bem Belém”: “Belém eu desejo com dor (....); Quero Belém como se quer um amor. Difícil é ficar indiferente diante da hospitalidade e da beleza, ainda que simples, da Capital paraense”.
Com mais de 1,5 milhão de habitantes, é uma metrópole em constante renovação, oferecendo ao visitante distração para todos os gostos: do cultural ao boêmio, da boa gastronomia ao contato com a natureza, conservando praticamente intacto o seu traçado urbano original.
Passeie pelas praças da República, Batista Campos, pelos túneis de mangueiras das avenidas Nazaré e Presidente Vargas e pelo Bosque Rodrigues Alves e verifique como é forte a preocupação dos paraenses com a arborização que suaviza o forte calor tropical e proporciona horas diárias, marcadas, de deliciosa chuva refrescante.