Geral

Vizinhança não aprova

Luciana La Fortezza
| Tempo de leitura: 1 min

Conforme o JC divulgou em várias oportunidades, os vizinhos do prédio onde funcionará a unidade de semiliberdade da Febem são contrários à instalação do programa no local. Alguns são fovoráveis ao processo de ressocialização, mas num endereço mais adequado. Benedito Limeira Rodrigues, que mora na quadra 4 da rua Madre Clélia, guarda péssimas lembranças de quando entidades como a Gilgal eram suas vizinhas.

“O problema não é só a desvalorização do imóvel, mas principalmente a perturbação. Eles mexiam com todo mundo”, avalia. Rodrigues ainda conta que, num dia só, os adolescentes quebraram 38 telhas da casa dele ao transitarem pelo telhado.

O Estado recebeu do município a permissão de uso do prédio – situado ao lado da residência de Rodrigues - até 2011. O decreto já foi publicado no Diário Oficial de Bauru. Agora, o Estado precisa eliminar pendências (dívida trabalhista de cerca de R$ 27 mil da época da Gilgal) com o liquidante do prédio nomeado pela Justiça.

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