Politicando

Rato de velório


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O “seu” Rocha, sogro do meu irmão Celso, tinha um irmão gêmeo de 94 anos. Ele dizia ter 88. Quando faleceu, velado na Funerária Terra Branca, às 19 horas, fui o primeiro a chegar, ficando eu e o caixão com o corpo.

Entrou um homem, olhou para todos os lados e foi direto para o local onde sempre fica o cafezinho, bolachas, etc. Eu de olho nele.

Não achando nada para comer ou beber, meio sem graça, dirigiu-se a mim e perguntou: “Quem é o morto?” Eu apontei para o caixão e disse: “Ele.”

Cirso Mendes Silveira

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