O Hospital Estadual (HE) não recebe críticas só em Bauru. Secretários de saúde da região também reclamam da dificuldade de conseguir internação aos usuários, explica Rosemary Lopes de Moura, membro do Conselho Municipal de Saúde. Para ela, o problema não é apenas teórico.
O tio dela aguardou vaga no HE por cerca de sete dias. “Se a DIR-10 não resolver o problema, os pacientes daqui terão de ir para a região. Não sei mais o que fazer para fazer com que eles cumpram o pacto. Só se for por meio de ação civil pública”, afirma.
Na próxima semana, ela levará o problema ao gabinete do promotor Fernando Masseli Helene, que até ontem à tarde não havia recebido denúncias. Foi no Ministério Público (MP) que o pacto fixando prazo de 48 horas para a internação de pacientes nas unidades de urgência e emergência foi assinado por representantes da DIR-10, da Secretaria Municipal de Saúde, AHB e do HE.