Cultura

Presidente quer aproximar conselho de municípios

Adriana Fricelli
| Tempo de leitura: 1 min

Uma das bandeiras defendidas pelo novo presidente do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat), Carlos Alberto Dêgelo, é promover maior articulação entre os órgãos de defesa federal, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan); estadual, no caso de São Paulo o Condephaat; e municipais, em Bauru, o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico e Cultural (Codepac).

“Queremos nos integrar a esses órgãos municipais de maneira que possamos traçar políticas de proteção. Ninguém melhor do que o próprio município para saber qual patrimônio deve ser preservado. A idéia é que não haja uma hierarquia no processo de tombamento, mas uma troca constante de experiências”, afirma Dêgelo.

A posse de Dêgelo foi comemorada pelo presidente do Codepac, Henrique Perazzi de Aquino. “Antigamente, não tínhamos contato com a presidência do Condephaat. Agora pretendemos nos aproximar e pedir orientações pois sabemos da atuação do Dêgelo no Interior do Estado”, diz. De acordo com Aquino, o Codepac existe desde 1992 por meio da lei municipal n.º 3486 e, desde então, realizou o tombamento de 40 imóveis no Município.

Além do presidente do Condephaat, que é de Piraju, o conselho estadual conta com a participação de mais um membro da região: o professor do câmpus de Bauru da Universidade Estadual Paulista Célio Losnak, indicado para representar a área de ciências sociais da universidade.

Para ele, o tombamento de um imóvel é uma forma de preservar a identidade do município e sua importância para o Estado. “Um patrimônio cultural está ligado à memória. Por exemplo, a Estação da NOB: ela é uma edificação que reporta ao período áureo da ferrovia, que teve grande importância na formação do Município e também do Estado”, afirma o professor.

Comentários

Comentários