La Paz - Em entrevista ao jornal francês “Le Monde” publicada ontem, o presidente boliviano, Evo Morales, citou uma “conspiração” contra o seu governo que planejaria seu assassinato. O presidente socialista acusou a direita boliviana de promover uma “ofensiva” para “tentar o fracasso das nacionalizações de hidrocarbonetos e da Assembléia Constituinte”.
Morales também disse que a polícia o avisou de que um grupo de 20 ex-militares de Santa Cruz - a Província mais rica do país e onde a oposição ao presidente é mais forte-, chegaram a La Paz para tentar assassiná-lo. “Tive que usar um colete antibalas. Com ou sem Evo, a mudança não vai parar.”
O presidente acusou a embaixada americana em La Paz de ser parte do complô, mas garantiu ter “paciência” para manter relações com os EUA.