Turismo

Safári com mordomia

Por Eliane Barbosa | Com Agência Estado
| Tempo de leitura: 1 min

Quem pensa que avistar animais selvagens é programa de índio pode rever seus conceitos. A África do Sul é sinônimo de mordomia. Nos hotéis ou em confortáveis tendas onde goza-se de total segurança.

Geralmente os safáris começam bem cedo, antes do sol raiar. Hora de se escovar os dentes e tomar um chá ou um cafezinho rápido para se embarcar nos jipes Land Rover, que adentram sem problemas nas florestas.

Horário mágico para se observar os pássaros multicoloridos que sobem no topo das árvores para aproveitar os primeiros raios e se aquecer, macacos já comendo os primeiros frutos do dia ou corujas retornando às tocas.

Processo que leva em média três horas. Depois do primeiro ensaio, retorna-se aos acampamentos para o café reforçado e o descanso luxuoso nas tendas dos quartos com varanda, armados em plataformas de madeira, sobre palafitas.

As tendas, enormes, limpas, com tudo o de direito, se comunicam entre si e interagem com a natureza, permitindo que a vida selvagem complete seu ciclo, sem incomodar ou ser incomodada pelos hóspedes, que contam com segurança total.

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