Na semana passada um fato inédito ocorreu na escola estadual Silvério São João. Briga entre alunos da 4.ª série na faixa de 12 anos causou polêmica na sociedade. Na verdade, a escola se omite em dizer que um dos alunos que é acusado de derrubar a professora sofre de DM (deficiência mental) e que toma remédio controlado. A direção procurou a família do aluno e convidou a mesma a procurar uma escola para seu filho, pois ele não deveria estudar mais naquela escola na qual todos (colegas) estariam “revoltados”. Eu, sendo o seu professor de reforço, juntamente com a sua tia Ana Claudia, procuramos a direção da escola para averiguar o caso e constatou-se que a diretora esta convicta da posição da escola transferir o aluno para a parte da tarde, sendo que a família se recusara a procurar outra escola. A família do J. está desnorteado, por vários motivos que envolve a sua educação escolar, pois ele ainda não sabe ler e nem escrever e já esta aprovado para ir para a 5.ª série (o mesmo acontece com sua irmã F., que cursa a 2.ª érie na mesma escola e se encontra na mesma situação).
O meu parecer desta situação é: como a direção quer manter tudo isso em sigilo e de quem é o dever de envolver na confusão entre alunos em outras salas: a direção ou outros regentes? Desde já eu me preocupo como o J. será aceito na segunda-feira no período vespertino, pois ele não é nenhum ignóbel, e merece respeito pela sua cor e acima de tudo ele é GENTE, e é digno de ter uma educação adequada para o seu desenvolvimento.
André Amaral Silva - RG 37.045.326-8