Uma família se forma . Forma-se e multiplica-se. A princípio, entre uma dupla, o amor toma medidas colossais. Destarte, se esse amor enraíza-se em suas vidas trazendo-lhes o noivado. Quiçá, o casamento. O casal passa a viver junto. Pode se guiar por caminhos, se for benéfico prosseguir: optam pelo filho. Optam por não tê-lo. Ou pode não ser benéfico prosseguir, já que a relação está turbulenta. Dessa forma, o amor estaria escasso.
E isso, por vários motivos. No entanto, o mais “explícito” é a consagrada traição. Um homem sente atração por outra - atração que se difere da de sua cônjuge -. O comportamento muda de forma perceptível. Ocorre a separação.
Ademais, a paixão pode se tornar um detalhe gélido na relação. Em seguida, vêm os atritos, as brigas e as discussões. Uma atmosfera nefasta distanciará homem e mulher. Separação...
Juntemos agora as prováveis situações: casal sem filho. Cada um para seu devido lugar. Casal com frutos de uma antiga e bela relação. Essa família adquire uma face amarga e uma situação desesperadora. Qual o futuro da criança? Onde ficará? Extremo paterno ou materno?
Há uma “bagunça” no psicológico dela. Contudo, esta não terá voz para a decisão, decerto.
As disputas continuarão. E essas podem formar novas famílias, pois os sexos se apaixonariam novamente.
Portanto, apenas Ele sabe os “intermináveis” fins de famílias, recomeços das mesmas...
Há diferentes tipos de amor, assim como há diferentes tipos de relação, assim como há diferentes tipos de conflitos, assim como há diferentes tipos de filhos, que proporcionam diferentes rumos de vidas, que possuem diferentes tipos de indivíduos, que têm diferentes tipos de amor...
Letícia M. F. Cardoso - estudante da 8.ª série do Ensino Fundamental - 48.714.822-8