Regional

Nasce filhote de bugio no zôo de Garça

Da Redação
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Garça - O Zoológico Municipal de Garça (70 quilômetros de Bauru) ganha mais um hóspede com o nascimento de um macaco bugio, o segundo neste ano. O novo habitante do zôo garcense nasceu no dia 22 de setembro e ainda permanece grudado à mãe. Só quando o animal adquirir mais confiança em seu hábitat é que será possível distinguir outras características, como definir seu sexo.

Por enquanto, o bugio não descola da proteção materna para que se possa fazer as avaliações necessárias. Instalado no bosque “Dr. Belírio Guimarães”, o Zoológico de Garça passou por total reformulação no ano de 2004, o que possibilitou reabri-lo para a visitação pública. O trabalho, coordenado pela prefeitura, através da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, adequou o espaço às normas vigentes definidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Ao contrário de outras cidades da região que continuam tendo seus zôos fechados, devido a irregularidades, Garça executou um trabalho de melhoramento completo do bosque municipal e do zoológico, o que fez com que o Ibama, após várias visitas técnicas, desse a permissão para que a área voltasse a receber visitação do público. As mudanças melhoraram os viveiros e as instalações, além de ter proporcionado uma ampla reformulação no bosque.

Respeito aos animais

O Zoológico Municipal de Garça é um espaço de lazer, que oferece um contato mais íntimo da população com a natureza, com representantes da fauna brasileira e de outros países, além de um amplo espaço verde. Além das melhorias implantadas, a administração está empenhada, segundo a prefeitura, em harmonizar ambiente e visitante.

De acordo com a bióloga da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Érika Bicalho Buchignani, se verifica constantemente o desrespeito por parte de alguns freqüentadores de normas básicas de cuidados com os animais.

Ela relata que alguns freqüentadores arremessam comida, pedras e outros objetos nas jaulas e viveiros, além de cruzarem as áreas de proteção, colocando em risco a própria segurança e prejudicando os animais.

Um dos “alvos” principais desse desrespeito é o leão. O animal, que tem hábitos noturnos, passa o dia descansando ou dormindo. No entanto, alguns visitantes jogam objetos que param nas grades ou contra o leão em busca da atenção dele.

“Isso prejudica o animal, o deixa mais irritado. As pessoas devem ter um pouco mais de cuidado com os animais e respeitarem as regras estabelecidas nas placas dispostas ao longo do bosque que informam o que não se deve fazer”, alerta.

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