Cultura

Sesc promete volta de estrelas

Thatiza Curuci
| Tempo de leitura: 2 min

A falta de estrelas de projeção nacional no Serviço Social do Comércio (Sesc) de Bauru está com dos dias contados. A programação deste ano promete estar recheada de “famosos” e de apresentações de artistas de Bauru e região. Além disso, todos os projetos desenvolvidos pela instituição, como por exemplo o Sesc Curumim e o Sesc Empresa, foram mantidos este ano. É o que assegura a diretora do Sesc de Bauru, Lília Márcia Barra.

No mês de março, por exemplo, a banda Pato Fu fará show em Bauru no dia 9. No dia 28, o guitarrista do Angra Kiko Loureiro vai apresentar seu repertório de jazz e fazer um workshop para interessados.

Antes, em fevereiro, a companhia teatral La Mínima apresentará o espetáculo infantil “Luna Parque”. Além disso, o Sesc está em negociação para que o baterista Márcio Fabri apresente seu repertório de blues e faça um workshop em abril.

Segundo o animador cultural Rodrigo Nardini, neste ano o Sesc vai priorizar artistas que possam realizar workshop além de apresentarem-se ao público. “Queremos agregar valores. Percebemos que os workshops fizeram bastante sucesso no ano passado. É uma demanda na região”, avalia.

Barra concorda com a necessidade de agregar conhecimento. “O foco do Sesc continua sendo principalmente a educação e conhecimento”, argumenta.

No segundo semestre do ano passado, a escassez de grandes shows e espetáculos foi evidente. Já o primeiro semestre teve shows de Zeca Baleiro, Paulinho da Viola, Autoramas e Dead Fish, peças com Celso Frateschi e Luís Melo e espetáculos da Quasar Cia. de Dança e Cisne Negro.

A falta dos “famosos” nos últimos meses do ano passado foi provocada pela adequação orçamentária, na expectativa da implantação do projeto de lei Super Simples. O projeto, que unifica numa só guia os impostos e contribuições da União, Estados e municípios, foi aprovado no Senado e deve entrar em vigor em julho.

Segundo Barra, este ano o orçamento do Sesc não será prejudicado. “Se realmente ocorrerem, as mudanças de orçamento virão só no ano que vem. Mas a diretora nacional do Sesc está estudando soluções para o problema”, diz.

Sobre a falta de grandes shows e espetáculos no final do ano passado, a gerente da instituição disse que o fato não se repetirá este ano. “Estamos organizando as programações de maneira que elas fiquem bem distribuídas ao longo do ano. Em 2006, nós priorizamos mais as apresentações no primeiro semestre”, conclui.

Comentários

Comentários