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Ex-favorito, Alberto conta só com sua sorte no ‘BBB’

Por Juliana Alencar | Folhapress
| Tempo de leitura: 2 min

Ele tinha tudo para ser o vencedor do “Big Brother Brasil 7”. Tinha. Caipirão, simpático e inteligente, viu sua chance de embolsar o prêmio R$ 1 milhão ficar mais distante quando se aliou ao grupo liderado por Felipe Cobra, excluído com 93% dos votos, o recorde de rejeição da edição, para destruir o triângulo queridinho da casa, formado por Diego, Íris e Fani, logo após ser indicado junto com o amigo no paredão da semana retrasada.

Por erro de estratégia ou pura ingenuidade, o tiro n’água só foi percebido por Caubói na terça passada, quando Fernando, outra peça da turma de Cobra, também deixou a competição com larga vantagem, 78%. Anteontem, Caubói e Íris tiveram três votos cada um. O rapaz, votado por Fani, Diego e Íris, só se livrou da berlinda porque a líder da semana era sua namorada, Bruna, que desempatou a disputa a favor dele -embora estivesse brava com Caubói por ele ter dado selinhos em Fani e Carol na festa de sábado. Na sexta, preocupada com o futuro dele, ela chegou a confidenciar a Analy, Carol e Flávia que ele não é o mesmo de quando entrou na casa e, por isso, pode ter se prejudicado.

Fora da casa, a família tenta defendê-lo. “O Alberto tem sido mal-interpretado pelo público. Eu acho que ele não sabia que o Cobra era tão malvisto aqui fora. Lá dentro, as coisas são muito diferentes”, opina Angela Pimentel, irmã do “brother”, que, apesar de notar a desvantagem de Alberto na competição, acredita que o participante ainda tem chances de recuperar a credibilidade. “Meu irmão é do bem. Construíram essa imagem dele não sei por quê. Mas acho que agora a situação vai ficar mais tranqüila”, aposta.

O ex-colega de “BBB 7” Alan Pierre não acredita nisso. Para ele, Caubói é um alvo em potencial e se “queimou” ao adotar uma postura ofensiva contra o triângulo amoroso. Para o jogador, ao contrário do que acontecia em outras edições do “BBB”, nessa, os grupos do mal e do bem não estão muito definidos, o que prejudicou a avaliação do jogador na casa.

“Não tinha ninguém jogando sujo, e isso fez com que a direção do programa tratasse de construir os vilões pela edição. O Alberto teve o azar de ter se irritado com a Íris, um dos vértices do triângulo amoroso, e aí levou o título”, opina. Felipe Cobra também acha que o amigo tem sido vítima da “edição tendenciosa do programa” mas acha que ele pode conseguir se safar do tiroteio. “O Alberto não é burro e vai contar com o Airton e os outros participantes, que estão descontentes com a força do triângulo, para articular a defesa dentro casa”, conta. “Se continuar jogando até o final, ele vai longe”, opina. E se a sorte agir a seu favor, também.

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