Regional

Motorista de ambulância de Bariri portava droga e é afastado do cargo

Rita de Cássia Cornélio
| Tempo de leitura: 2 min

Bariri - Um motorista de ambulância de Bariri (56 quilômetros de Bauru), B.F.J., 40 anos, foi surpreendido portando nove gramas de maconha na cidade de Jaú. Embora, ele não tenha sido autuado em flagrante por tráfico, por falta de provas, ele foi afastado do trabalho pela administração até que o caso seja apurado.

B.F.J. (só as iniciais foram divulgadas) estava na cidade de Jaú transportando pacientes para hospitais, porém foi surpreendido com a ambulância na rua Adolfo Sormani, Jardim América, conversando com o professor de educação física, M.A.O., 41 anos.

Como o professor está sendo investigado por ser suspeito de tráfico de entorpecente, a polícia abordou a dupla. Com ambos foram localizadas pequenas porções de maconha. O motorista negou que tivesse comprado a droga do professor e alegou ter ganhado de uma pessoa de Bariri. Como não existiam provas suficientes, ele foi indiciado e liberado.

O professor foi autuado em flagrante por porte de munição, uma vez que a polícia encontrou munições de vários calibres em sua casa.

Afastado

O prefeito da cidade de Bariri, Francisco Leoni Neto, disse ontem que ficou sabendo da ocorrência na noite de quarta-feira e de imediato pediu que o diretor de Saúde fizesse o comunicado oficial. “Hoje (ontem) recebi o ofício com a comunicação e afastei o motorista por tempo indeterminado, até que a situação fique esclarecida.”

Ele lamentou a atitude do servidor que, para ele, é um problema pessoal. “O crime é individual, apesar de ter respingado na administração municipal. Nós não compactuamos desse tipo de comportamento.”

O servidor será alvo de processo administrativo, promete o prefeito. “Dependendo do que ficar provado, vamos tomar as providências que poderá culminar com a demissão por justa causa. É óbvio que vamos tomar o cuidado de não julgar antes da Justiça.”

Para Neto, a falta foi grave. “Sou muito rigoroso com faltas de funcionários. Ele estava transportando pacientes para Jaú e deveria estar cumprindo com o seu dever.”

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