Muitos jovens e adolescentes vivem pelas sarjetas, alcoolizados e drogados. As meninas, muitas vezes, com pouco mais de 11 anos, já estão pelas esquinas, vendendo o que se tem de mais precioso por um valor insignificante.
E assim, ninguém se dá conta de que a banalização da vida ainda é realidade. Antigamente, a população era menor e a falta de meios de comunicação, não permitia que a população enxergasse a intensidade do problema.
Hoje em dia, em cidades como o Rio de Janeiro, pouco mais de trinta reais é o que se paga para acabar com uma vida. Alguns atribuem essa insanidade à crise social que envolve o país, mas esta crise não acontece só no Brasil, e sim no mundo todo. Parece uma anomalia que vem instalando-se pouco a pouco no planeta.
Doenças das quais já temos certo controle, matam aqueles que não possuem condições de adquirir medicamentos. O trabalho de toda uma vida perde seu valor diante da má fé de outros. A droga tem se expandido muito, financiando atividades como a criminalidade. Vê-se dia a dia o crescimento do crime, cada vez mais organizado.
No Brasil, surgem mais e mais favelas, já são tão numerosas que comparam-se a cidades, pois possuem população, território e governantes, que são os criminosos que nela habitam. Para amenizar este problema, são necessárias algumas medidas como o incentivo da população para o mercado de trabalho. É preciso que as pessoas se apeguem mais às suas atividades ou busquem novas atividades para ocupação.
A população precisa ter mais consciência sobre a vida e aprender a valorizá-la. Enxergar que o mundo das drogas e da criminalidade não levam a nada. A mente ocupada produz, não pensa em asneiras, mas a mente vazia só atrai maus fluidos.
Gabriella Martins Palmeira