Tribuna do Leitor

Soneto à mulher que queremos


| Tempo de leitura: 1 min

Não apenas pela força que apresenta, menos pelo andar felino e sutil. Não somente pelo desejo infantil do colo que, gentil, sempre acalenta. Mesmo a forma que seduz não é sozinha tudo aquilo que se mostra, o que se espera, como fosse utopia ou quimera, como a coroa fizesse uma rainha. Ainda não pela inteligência sagaz, que nos orienta, se perdidos em nemos existenciais, que nos roubem a paz. Mas sim, como for, venha como vier, apenas por ser, como te vemos, queremos, simplesmente por ser, estar assim mulher.

Glauco de Arruda Barlebem

Comentários

Comentários