Geral

Engavetamento fere seis e atrapalha trânsito

Luiz Galano
| Tempo de leitura: 2 min

Um engavetamento envolvendo quatro carros deixou pelo menos seis pessoas feridas ontem à tarde e complicou o trânsito, principalmente para motoristas que trafegavam pela avenida Nuno de Assis, vindos do Centro com destino ao Parque Santa Luzia.

O acidente ocorreu no trevo André de Blóis Monteiro (entrocamento entre a avenida Nuno de Assis e Marechal Rondon) por volta das 16h50. Segundo envolvidos na batida, o trânsito estava carregado e parado quando um Santana prata, placas BQS 9248, atingiu a traseira de um Fiesta azul, placas CKB 8449.

O impacto provocou uma “reação em cadeia”. Com a força da batida, o Fiesta se chocou com um Gol branco, placas BPP 5803, que por sua vez atingiu um Palio prata de Andradina, placas BKU 7528.

A colisão foi forte. O Santana, o Fiesta e o Gol ficaram bastante danificados. Seis pessoas foram socorridas por unidades do resgate e do Samu. Uma criança de 4 anos que estava no Fiesta bateu o rosto e perdeu sangue pelo nariz. O mesmo ocorreu com o passageiro do Santana.

Segundo populares que estavam no local, o acidente teria sido iniciado pelo motorista do Santana, Alberto Jorge da Silva. Os envolvidos no acidente afirmam não saber como tudo ocorreu.

“Como tem um pare logo ali na frente, o trânsito parou e eu também. Depois apenas senti um impacto muito forte e nem vi de onde veio”, disse Odair Previlato, que foi hospitalizado com ferimentos leves na perna direita.

“Sorte que estávamos todos com cinto de segurança”, relembrou. O filho de 13 anos sofreu um corte na bochecha, o caçula, de 4 anos, bateu a cabeça, assim como a esposa, que sentia dores também nas pernas e nas costas.

Manoel Domingos de Sales, 50 anos, motorista do Gol, nada sofreu, mas sua esposa, Irani Gaspar Lemos de Sales, 49 anos, precisou ser levada ao pronto-socorro com dores no pescoço e nos punhos. “Foi tudo muito rápido e não deu para saber o que aconteceu”, contou.

A condutora do Palio, Diná Rodrigues, e sua filha não sofreram ferimentos porque seu carro foi o menos atingido. “Só ouvi o barulho. Mas quem iniciou o acidente devia estar em alta velocidade, porque os carros ficaram bastante danificados”, disse.

De acordo com o motorista do Santana, a culpa pelo acidente não teria sido dele. “Aconteceu muito rápido. A pessoa que estava na minha frente brecou de uma vez. Eu não estava em alta velocidade, mas não deu tempo de frear”, alega.

Até o fechamento desta edição, todos os feridos no acidente se encontravam no Pronto-Socorro Central (PSC) em observação. Nenhum deles teria sofrido danos graves à saúde.

Comentários

Comentários