O vereador Primo Primo Mangialardo (PV) enviou um ofício ontem para a Secretaria de Meio Ambiente (Semma) e para a Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru (Emdurb) cobrando uma destinação para o quiosque localizado no canteiro em frente ao Cemitério da Saudade, na avenida Rodrigues Alves.
O local onde funcionava uma floricultura está abandonado desde 2003. “O proprietário construiu a floricultura e depois doou o espaço para a prefeitura. Ele fechou as portas em 2003 e deixou as chaves na Secretaria de Meio Ambiente. Desde então, o local está abandonado”, disse.
A reportagem esteve no local ontem pela manhã e constatou que a porta de vidro foi arrombada e algumas roupas e papelões estavam espalhados pelo chão. “O local pode ser usado por usuários de drogas”, preocupa-se o vereador.
Ele também teme que a localização do quiosque favoreça à prática de delitos. “De dentro do quiosque, dá para observar várias agencias bancárias”, disse. Mangialardo acredita que a melhor destinação para o prédio seria adequa-lo à polícia. “Aqui (quiosque) poderia funcionar uma base da Polícia Militar”, disse.
Resposta
A Prefeitura de Bauru informa que abriu processos licitatórios para concessão do imóvel a interessados, mas nenhum participante apresentou proposta. Sobre a utilização do local para instalação de uma base policial, o secretário municipal do Meio Ambiente, Rodrigo Agostinho, destaca que a proposta é viável caso haja interesse por parte da Polícia Militar.
Outra proposta da Semma, atualmente em estudo, é instalar um projeto de educação ambiental no local. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente faz a manutenção do local e fará nova limpeza de acordo com a disponibilidade das equipes.