Regional

Iacanga, Reginópolis e Ibitinga têm áreas novas com cana

Ricardo Santana
| Tempo de leitura: 1 min

Iacanga - Com base na rentabilidade maior do hectare plantado com cana-de-açúcar em relação ao pasto, foi que o pecuarista Rodolfo Francisquini Ghelsi, 43 anos, encheu 180 alqueires de sua propriedade em Iacanga (50 quilômetros de Bauru) com cana. O produto será colhido na safra de 2008 destinado à Usina de Iacanga, um novo empreendimento do setor sucroalcooleiro que deve iniciar a moagem a partir da segunda quinzena de maio, com capacidade para 500 mil toneladas neste ano.

Conforme apurou o JC junto à gerência da usina, a cana-de-açúcar virá de áreas de expansão do produto localizadas nos municípios de Iacanga, Arealva, Reginópolis, Balbinos e Ibitinga.

Ghelsi optou por investir na produção de cana-de-açúcar ao invés de arrendar sua terra. “Pagamos para trabalhar e o governo federal não tem preço mínimo e arrebenta com a gente”, justifica sua opção pela diversificação. Antes, a propriedade tinha apenas 10 alqueires com cana plantada destinados para a ração do gado criado no sistema de confinamento.

Agora, o pecuarista investe na criação de gado no Mato Grosso do Sul. Ele diz que entrar no negócio da cana exige um investimento médio de R$ 8,5 mil a R$ 9 mil para cada alqueire plantado, com despesas de calagem, curva de nível, compra de defensivo agrícola, mudas e mão-de-obra.

Comentários

Comentários