Tribuna do Leitor

Empresas e órgãos públicos


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Sempre fui contra qualquer tipo de privatização, principalmente dos serviços essenciais e sem concorrentes como água, energia elétrica e correio; também nunca apoiei a venda de qualquer bem público. Em minha modesta opinião, deveria, sim, ocorrer uma moralização da administração pública. Acontece que, cada vez mais, elegemos políticos incompetentes. São especialistas em trambicagem e péssimos administradores, tornando os órgão e as empresas do governo no piores em atendimento aos cidadãos.

Exemplos: 1) O Correio, que sempre foi um exemplo, cobra um absurdo pelo AR e não te devolve o comprovante de recebimento; ou seja, cobra por um serviço que não faz. Se envio uma correspondência com AR é porque quero ter a certeza de que o destinatário a recebeu. Se volto para reclamar na agência onde postei a correspondência, me passam um 0800 e me mandam reclamar ao Papa. 2) O Banco do Brasil não respeita a Lei dos 15 minutos e não coloca cadeiras ou qualquer coisa do tipo pra gente esperar sentado. Pelo menos, sentado, né! 3) A Caixa Econômica Federal também não respeita a mesma Lei e para driblá-la e tentar nos enganar, inventou um tal de agendamento. Recentemente, fui pagar um boleto na Caixa, às 11h, e me agendaram para às 13h. Armei um barraco e fui atendido na mesma! 4) No INSS... Santo Deus... sem comentário! 5) Nas delegacias, no Fórum, na Prefeitura, nas autarquias, somos tratados como se estivéssemos pedindo favor.

Claro que existem algumas exceções, pessoas que prestam um atendimento, apesar das más administrações. Por falar em autarquia, aproveito para saber e cobrar da Emdurb os 5% das vagas das Áreas Azul e Verde que deveriam ser reservadas aos idosos, conforme Artigo 41 do Estatuto do Idoso.

Sebastião Laerte Fabro de Camargo

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