Meus admiráveis, inolvidáveis e inoxidáveis amigos. Fico pensando na indisfarçável e deprimente fraqueza mental que atormenta o plano piloto sem piloto e sem controladores do Brasil. Dos mentecaptos “líderes” que determinam os destinos de outros tantos acéfalos e crâniopatas que campeiam desnorteados procurando a esmo um norte (ou nordeste) pelos campos carentes de reforma aviária (!)
Não quero ser demasiadamente corrosivo, ainda mais eu que não fui forjado em alguma metalúrgica, mas parte do povo brasileiro (se é que podemos chamar assim a esse sub-conjunto de vendilhões que trazem em si o germe da vadiagem) parece-me desgraçadamente refém destes tais “líderes”, perfeitos títeres, que “governam”, sabe-se lá como, o caminho trilhado por esse bando de prostrados, paridos num coito de outros coitados. Paridos, digo eu, e não polidos, como os inoxidáveis que tiveram a sorte, privilégio, ou sei lá o que, de terem sido dotados de senso crítico e vergonha na cara.
O que faremos com os líderes títeres, os governantes repugnantes, os plenipotenciários autoritários? Façamos a revolução dos bichos (George, ora, me desculpe), já que estamos falando de burros, cobras e lulas.
Acho que se Darwin estivesse vivo, passaria a propugnar pela Teoria da Involução. E acho também que não faria suas pesquisas em alguma ilha periférica, e sim num planalto central. Digo isso tudo lucidamente (não lulamente, pelo amor de Deus!!!). Não chego a contar até cem para escrever essas coisas; apenas olho para minhas mãos e conto até dez.
Sou assim mesmo; não me contento em contar até nove! Imaginem a cena: nela, vi lares (Villares?!), onde “quase” todos trabalhavam (isso é preocupante) e alguém fazia um discurso: - “O futuro a nós pertence. Hoje incentivamos a luta de classes, amanhã faremos a luta sem classe. Hoje nosso compromisso é com todos os companheiros, amanhã será apenas com nossos comparsas.
Hoje somos sem vergonhas, amanhã seremos sem-teto, sem-terra, sem-moral.
Hoje sou sem-dedo, amanhã serei sem-ouvido!” . E a demência continua: - Preparem-se companheiros, a grande ressaca está para começar. Estou cansado de lutar contra o abuso de poder; abusarei também, assim descansarei de lutar contra.
Não agüento mais beber dessa água podre; beberei apenas líquidos destilados. Dizem que não trabalho, e hei de tornar tudo isso realidade, e duma forma bem mais profunda: levando o país pro fundo!
Bem, companheiros (p.q.p., desculpem), acho que vocês imaginam o resto (resto mesmo). Muitos sonhos se tornam realidade, mas o pior é que alguns se tornam pesadelos.
E aí, mesmo os inoxidáveis sofrem para não se deixarem envolver nessa corrosão, de forma que se tornem imunes a esse alcoólatra pestilento que tudo tenta corroer e corromper.
E para que não fiquem loucos com tudo isso, para que tudo não se torne um “suplício”, eu lhes digo:
- Comprem uma passagem para algum destino distinto, dirijam-se até o aeroporto, relaxem e gozem...
E me ajudem a bolar um jeito de esmagar o acéfalo, a vaca profana e toda a horda de quadrúpedes que pastam e ruminam o bagaço que restou da cachaça amarga destilada com a falta de caráter. Enquanto isso não for feito, sofreremos toda sorte de inconseqüências do psicótico totalitário que entrega as “Chávez” do próprio país.
Essa personificação da psicose inverte o sentido das coisas, subverte a realidade, converte o mau em bem. A virtude passa a ser nefasta, a honra se arrasta e a inteligência, envergonhada, se afasta. Escrito por um tal de Zequinha...
Marco V. Machado - RG 9.828.344