Prezado editor, ante à veiculação neste jornal de texto por mim endereçado a outra periódico, precipitadamente lá publicado, como se verá, peço a atenção do senhor para que sejam feitos os esclarecimentos que seguem, agradecendo, outrossim, sua atenção.
Ante a publicação neste periódico de manifestação de minha autoria extraída do jornal “A Cidade”, de Ribeirão Preto, me cumpre esclarecer que tal tratou-se de requerimento àquele veículo para que se fosse dada atenção à notícia indicada na carta e escrita matéria referente, de modo a demonstrar à classe política daquela cidade a liderança de Bauru no que este jornal bem classificou como “gestão política” tendente a obter-se a homologação do aeroporto para o transporte de cargas.
Então, resta evidente a infelicidade na escolha do termo por mim utilizado, ou seja, a de que a cidade de Bauru pretendia “roubar” o fomento público, já que o mesmo, empregado no sentido figurado, não se destinava a um texto jornalístico e sua correlata publicação, o que açodadamente se deu, podendo esta situação, aliás, ser confirmada com a responsável pela edição, ficando aqui, também, minhas desculpas a quem tenha se sentido ofendido. Quanto aos números de resistência de pavimento asfáltico, cumpre-me esclarecer que os veiculados na minha manifestação foram então extraídos do site do Daesp, não sendo minha culpa eventual erronia nestes.
Todavia, creio que a celeuma trouxe um benefício evidente a todos os interessados, ou seja, chamar a atenção para a questão do PCN, que é tema de fundamental importância na discussão da descentralização do tráfego aéreo no país e que até então passava alheia a seus interlocutores, os quais devem desenrolá-la de forma técnica e democrática. Agradecendo a atenção, peço a publicação da presente para esclarecimentos.
Celso Maziteli Neto - São Paulo-SP