Para o presidente do Conselho Municipal da Assistência Social, José Carlos Fernandes, Bauru não precisa mais manter uma estrutura tão grande, como o albergue, para atender um e outro migrante.
“Pretendemos trabalhar com uma estrutura menor. Queremos fazer um convênio com uma entidade que possa acolher os casos extremos porque a freqüência do migrante diminuiu muito e não se justifica manter esse serviço como rotina”, frisa.
Fernandes lembra que os moradores de rua estão cadastrados. “Alguns foram encaminhados para serviços (de atendimento) e outros, internados. Os que restam são andarilhos que também não querem ir para o albergue. Queremos uma instituição que fique fora da cidade porque não se justifica acolhê-los no Centro da cidade”, diz.