Esportes

Arquirivais dividem o coração

Luiz Galano
| Tempo de leitura: 1 min

Assim como o vício em comprar camisas de times, não dá para explicar o gosto peculiar de Godoy. Contrariando toda a lógica, o bauruense comete o contra-senso de torcer ao mesmo tempo para os arquirivais Noroeste e Marília.

“Sempre fui noroestino roxo e tinha até aquela tradicional antipatia pelos marilienses. Mas morei durante cinco anos em Marília, exatamente naquela época que o clube quase fechou as portas, em 1996. Acompanhei todo o processo e comecei a gostar do time. Hoje viajo para lá só para assistir aos jogos”, explica.

Mas para quem ele torce quando jogam exatamente Noroeste e Marília? A resposta está na ponta da língua. “Torço para aquele que está em pior posição na tabela, porque quero que ambos se mantenham na elite do futebol.”

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