Dos 106 milhões de pessoas de 15 a 24 anos da região, 22 milhões estão nessa situação, segundo relatório da OIT (Organização Internacional do Trabalho). O relatório revela ainda que 31 milhões de jovens empregados trabalham em atividades consideradas “precárias”. “Esse dado se refere às pessoas nessa faixa de idade que recebem baixos salários e não têm nenhum tipo de proteção social. É para isso que o estudo quer chamar a atenção: a importância da geração de trabalhos decentes", diz a diretora da OIT no Brasil. Houve redução do desemprego entre adultos, mas, entre os jovens, ela aumentou.
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