Polícia

Tragédia comove colegas de trabalho

Lígia Ligabue e Tisa Moraes
| Tempo de leitura: 1 min

Poucos minutos depois da viatura das vítimas ter capotado na Marechal Rondon, dezenas de veículos da Polícia Militar, do Policiamento Rodoviário e Corpo de Bombeiros chegaram ao local do acidente. Inconformados com as mortes dos colegas, muitos policiais choravam. Todo o comando do 4.º Batalhão da Polícia Militar do Interior (4.º BPMI) foi para o local do acidente.

Da Polícia Civil, compareceram o delegado do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra), Roberval Fabbro, o delegado seccional Doniseti José Pinezi e a coordenadora da Unidade de Inteligência Policial (Unipom) do Departamento de Polícia Judiciária-4 (Deinter-4), delegada Cláudia Garmes Armani, e o delegado que estava no Plantão Policial, Ismael Cavalieri.

O tenente-coronel José Humberto Nardo, comandante do 4.º Batalhão, em entrevista no local do acidente, afirmou que o motorista do Celta é usuário de medicamentos que o impedem de dirigir sem acompanhantes. O advogado da família confirmou a informação de Nardo, afirmando que há seis anos Romanholi foi diagnosticado como esquizofrênico e, desde então, toma medicamentos regularmente.

“Ele teve uma crise, pegou o carro sem autorização dos pais, caiu na pista e aconteceu este lastimável acidente”, conta o advogado, que preferiu não se identificar. Ele ressalta que desde que iniciou o tratamento, Romanholi não havia tido mais crises, até a tarde de ontem. O rapaz teve, inclusive, a carteira de habilitação renovada há dois meses.

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