Não tenho muito a escrever. Eu espero que “A voz da comunidade” e “A hora da notícia”, da Rádio 710 AM/Jovem Pan Sat, continuem com esse jornalismo diferenciado e voltado para a comunidade bauruense em geral, por mais difícil que seja neste momento.
Eu tenho a oportunidade de acompanhar apenas “A voz da comunidade”, que vai ao ar nas manhãs de sábado com Luiz Alan, Álvaro de Brito e Nelson Tavares. O último programa, do dia 8, foi o primeiro sem a voz do J.B. de Moura (24/06/1956-05/09/2007). Ele faleceu às 20h da quarta-feira passada depois de uma cirurgia mal-sucedida na aorta e foi sepultado no Cemitério da Saudade.
Ele lutou muito para levar adiante um projeto jornalístico diferenciado para a rádio, idealizado por ele mesmo, e estava vivendo um momento de satisfação profissional e pessoal, embora não tivesse tido reconhecimento, mas posso dizer que sabia dos problemas da nossa cidade, pois ele estava sempre conversando com a família, com as pessoas em sua volta e com a população.
Para as pessoas que ouviram falar ou conheceram esse radialista e que não souberam do seu falecimento, estou escrevendo esta carta sobre o fatídico acontecimento tanto para mim quanto para as pessoas em sua volta. Àqueles que acompanharam o velório, agradeço em nome da minha família a solidariedade. Sua partida foi repentina, mas deixou ensinamento às pessoas em sua volta e ele está feliz no outro lado da vida.
Danilo Moura, filho do radialista J.B. de Moura