Tribuna do Leitor

Afinal, presídio é preísio ou é hotel?


| Tempo de leitura: 1 min

Como brasileiro, sinto-me indignado com as atitudes incompreensíveis dos denominados políticos e administradores desta nação; ao sentir o abandono e o pouco caso ao qual os nossos interesses, os interesses dos que trabalham, são relegados Isto especialmente, nos setores “Segurança”, “Educação” e “Saúde”. Vejam o que agora desejam. Fazer-nos reféns de uma orda de marginais: transformasndo a P1 e P2 de Bauru em presídio semi-abertos. Já que a ideia é esta, por que não abrem de uma vez? Por que não fazem dos mesmos instituto totalmente aberto; com gabinete mobiliados, onde os marginais tivessem oportunidade de preparar seus planos financeiros e administrativos?

Deus, meu Deus! Será que os ditos políticos desta nação; os eternos arengadores, tiveram agora um “surto”, uma "síndrome de anencefalia"? Perderam totalmente a razão?

Presídio só é presídio quando tem possibilidade de manter o marginal totalmente recluso. Presídio semi-aberto é pousada de meliantes.

Se é isto que os senhores políticos e administradores querem, por que, na inauguração, não vão passar uma temporada de férias nesse estabelecimeno hoteleiro? Garanto que o povo, que os trabalhadores, iriam homenageá-los com uma “salva de palmas”; porque na realidade suas excelências estão necessitando desse descanso.

Aureo Corrêa de Souza

Comentários

Comentários