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Chapa 3 garante clareza no processo

Da Redação
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André Luiz Reis da Cruz, presidente da chapa 3, garante que o objetivo do grupo é garantir a clareza do processo na eleição da nova diretoria do Sindtran, “para que todas as chapas possam participar e ter a mesma oportunidade”. A chapa entrou três vezes na Justiça e foi impugnada em duas oportunidades, pelas concorrentes 1 e 2. “Por desacordo estatutário, impugnaram a nossa chapa por um artigo que não existia”. A alegação de irregularidade caiu sob a forma de montagem da chapa. “Ganhamos a liminar para voltar ao processo”, alega Cruz.

Tanto ele quanto o advogado da chapa 2, Vinícius Cascone, preferem não comentar com mais detalhes sobre um possível apoio à situação que poderia estar ocorrendo por pessoas ligadas ao ex-presidente da entidade, Elias Pinheiro da Silva, preso em 2005. “Como sou advogado, não tenho conhecimento sobre esse fato, teria que procurar algum membro da categoria, pois desconheço a história, não tenho dados precisos”, desconversou Cascone.

A posição da chapa 3 em relação à prisão de Silva também é de cautela. “Vamos transformar o sindicato de luta, um sindicato limpo e honesto, esquecendo o passado e trazendo a realidade daqui para frente para que não venhamos a cair no mesmo erro que eles caíram antes”.

Durante toda a tarde de ontem, a reportagem do JC ligou por várias vezes no celular de José Marques, advogado de Elias Pinheiro da Silva, porém, não obteve retorno.

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