Dia 15 de janeiro, como não poderia deixar de ser, estou eu com uma sede de leitura que, graças a Deus, eu e a minha familia em casa somos todos viciados em jornal, mesmo que não seja do dia. Fiquei feliz da vida em ver a carta daquela senhora que tem um exército de anjos ao seu lado. Como ela diz, uma verdadeira tropa de elite. São pessoas assim que creem em Deus e com certeza serão salvas. Li tambem a história do prof.Gilberto, sobre gente que faz e reamente conhecendo ele e sua esposa realmente são da turma do sim. Gente que faz e consegue resultados brilhantes porque veste realmente a camisa do magistério e quem veste a camisa colhe verdadeiros frutos.
Nesta mesma página do dia 15 uma mulher escreve sobre o caso do garoto morto por policiais e reamente o que ela diz eu, com minha ignorância, concordo com cada vírgula, pois o individuo não era nenhum santo e aí passa a ser um coitadinho. Não concordo com a violência, mas será que quando ele foi roubar a moto ele disse: por favor, passe a moto?
É um absurdo, mas quanto mais se passar a mão na cabeça, mais dor de cabeça teremos no futuro. Agora, o que mais me deixou indignada no dia 15 foi Odair Castilho, o Dadá, dizer coisa tão loucas. Como pode uma pessoa em sã conciencia mandar uma carta tão amargurada como aquela?! Que tristeza é esta, que maágoa é esta com Deus? Como pode você dizer que somos filhos de uma masturbação divina... e tantas outras coisas que tenho até enjôo de lembrar que voce foi capaz de escrever. E o pior é o que você reamente pensa. Tenho certeza de uma coisa: somos filhos de Deus e um Deus maravilhoso, que nos perdoa, nos proteje e nos ensina a ser gente. Somos livres porque Deus quiz assim ...
Maria Inês Faneco