O Ministério Público Federal (MPF) de Bauru não aceitou a proposta apresentada pela Telefônica que pretendia resolver o impasse envolvendo o atendimento presencial de seus clientes em 36 municípios da região. Após analisar documentos e justificativas apresentadas pelo departamento jurídico da empresa, o procurador da República Fabrício Carrer concluiu que a alternativa apresentada por ela, de parceria com os Correios, seria insuficientes para solucionar o problema.
O atendimento presencial é o item mais importante da sentença entre os quatro que a Telefônica foi condenada - os outros dispõem sobre abertura de lojas em Bauru, Lins e Avaré, cumprida com ressalvas no caso da primeira e a devida publicidade sobre a abertura desses locais de atendimento. O processo foi encaminhado na última sexta-feira à 2ª Vara da Justiça Federal de Bauru, onde aguarda parecer definitivo do juiz Heraldo Garcia Vitta, que está em férias.
Após essa análise, o processo deverá ser encaminhado novamente para o MPF, que irá se certificar da decisão judicial e pode tomar novas providências.