Eu li “O Caçador de Pipas”, assim como li Hamelt, A Divina Comédia, Grande Sertão Veredas, O Tempo e o Vento, A Ilíada, A Odisséia, leio também os quadrinhos de Maurício de Souza, do Ziraldo. Sou eclética, apaixonada por livros e pela leitura.
E foi com muita apreensão que li o texto com o título acima, escrito pela doutora Mariza Bianconcini Mendes, pareceu-me textos que eram escritos na década de 70, quando no Brasil exaltavam o anti americanismo.
Eu também tenho muitas restrições quanto ao modo americano de ser, mas daí a achar que livros que mostrem o horror da guerra e como devemos agradecer a Paz, há muito que se considerar.
Quando lemos sobre outras culturas, muito diferentes da nossa, temos que ter o espírito desarmado e ponderarmos com a maior imparcialidade possível. Nós, professores, devemos sim incentivar todo tipo de leitura, pois só a partir de textos mais simples é que se consegue chegar aos mais complexos e só lendo muito adquirimos conhecimentos para discernir o que é mentira ou desabafo pessoal.
Vera Maria Braz André Cruz