Marilena de Souza da Silva, 46 anos, sobreviveu ao envenenamento pois havia tomado uma quantidade muito pequena de café. Ainda internada no Hospital de Garça, ela disse ontem à reportagem que tem receio de voltar ao trabalho.
“Tenho medo. Se me derem o serviço de volta, vou aceitar, porque a vida está difícil, mas eu tenho medo. Mas agora, só vou tomar o café que eu levar”, ressaltou.
Segundo Marilena, assim que tomou um pequeno gole de café, começou a sentir tremedeira e enformigamento nas mãos. “Me lembro desses sintomas e que também não conseguia ficar em pé. Foi uma sensação horrível”, lembra.
A vítima disse ainda que o clima entre os funcionários do viveiro sempre foi harmônico e que desconhece qualquer desavença entre os envolvidos.