Tribuna do Leitor

Não me sinto atingido


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Como, novamente, o meu nome foi citado na coluna Entrelinhas, cabe esclarecimentos, que gostaria que fossem publicados: 1. O vereador João Parreira, não disse o que foi transcrito na coluna (basta pedir ao Diretor da TV Câmara para editar e transcrever), e , não citou o meu nome, portanto, não me sinto atingido por ele. Eu estava presente na sessão da Câmara Municipal, por estar de férias do DAE.

2. Apenas segui a orientação da executiva do PSDB quanto ao formato e forma de explanação: apresentar os problemas, o que existe de equipamento disponível, onde está o erro e possíveis soluções. Não ultrapassei o tempo permitido e fui o mais didático e claro possível. Se não agradei a 10 dos 140 presentes, ótimo!

3. Não citei o nome do vereador João Parreira na Carta enviada à Tribuna do Leitor, que por sinal ainda não foi publicada, embora prometido na Entrelinhas, e, entendo que se publicada agora, foge do contexto devido ao desenvolvimento do processo. Portanto, não entendo a ira, colocada na Entrelinhas, por parte do vereador.

4. Em 36 anos de serviço público municipal, por diversas vezes respondi pelo Departamento da Secretaria de Obras, a quem a Divisão de Pavimentação é subordinada (a última vez, nesta administração, a convite da então Secretária de Obras Elaine de Cássia Orti), fui responsável técnico por empreiteiras de pavimentação e consta no meu Acervo Técnico dos CREAs São Paulo e Paraná.

5. O próprio vereador João Parreira é testemunha disso, pois foi meu aluno no Colégio Técnico (tanto que me chamava de professor Guara), e, em 26 anos de vereança, por diversas vezes me procurou para tratar sobre pavimentação na Prefeitura Municipal, entre outros assuntos de seu interesse.

6. No seu ímpeto de rebater a verdade, ele se esqueceu do passado, e, influenciado pelos “amigos”, falou, segundo a coluna Entrelinhas: “Quem vive em refeitório deveria falar de comida, não de asfalto”.O refeitório do DAE foi implantado por nós e atende a todos os servidores, e, eu como funcionário tenho o direito, como todos, a comer o que é fornecido. O DAE tem nutricionista que pode falar da comida fornecida aos servidores, e, eu como engenheiro fala daquilo que entendo, e, vereador quando não entende de determinado assunto deve ouvir quem entende. Tem duas coisas que não admito de ninguém; 1. Que duvidem da minha honestidade. 2. Que duvidem da minha capacidade profissional. Solicitando as devidas retificações, democraticamente, coloco-me à disposição para eventuais esclarecimentos. E, já que não publicaram a primeira correspondência enviada à Tribuna do Leitor, se possível publiquem estes esclarecimentos.

Engº Coaracy Antonio Domingues

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