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Polícia testa versões em simulação

Folhapress
| Tempo de leitura: 10 min

São Paulo - Da chegada do casal Alexandre Nardoni, 29 anos, e Anna Carolina Trotta Jatobá, 24 anos, à queda da menina Isabella Nardoni no jardim do edifício Residencial London. Todos os passos relatados pelo casal, por testemunhas ou presumidos pela polícia serão refeitos hoje, a partir das 9h, no mesmo prédio da rua Santa Leocádia, 138, na Vila Isolina Mazzei (zona norte). O pai, a madrasta e a mãe da menina, Ana Carolina Oliveira, 24, foram convocados a participar da “reprodução simulada” - forma como os peritos chamam a encenação de todas as versões -, mas não devem comparecer.

A simulação será feita com policiais, testemunhas e funcionários do resgate. A intenção é ver se o espaço físico e o tempo contradizem alguma das hipóteses cogitadas para o crime. Segundo a polícia, as agressões à menina começaram no carro. A madrasta a asfixiou e o pai a soltou da janela, depois de segurá-la pelos pulsos do lado de fora da janela do sexto andar. Já o casal diz que alguém invadiu o apartamento e jogou a menina pela janela.

Uma boneca com tamanho e peso similares aos de Isabella será usada. Como o casal não é obrigado a encenar, policiais do mesmo porte de Alexandre e Anna deverão entrar em cena. Também haverá peritos em outros apartamentos, na portaria e até em edifícios vizinhos para conferir se é possível escutar gritos emitidos do apartamento 62, onde ocorreu o crime. Um decibelímetro (aparelho para medir decibéis) pode vir a ser utilizado.

Interdição

A rua seria parcialmente interditada a partir das 23h30 de ontem. Apenas veículos de moradores, visitantes e prestadores de serviço poderão passar. Segundo o supervisor do Grupo de Operações Especiais (GOE), Luiz Antonio Pinheiro, curiosos a pé poderão chegar a até 60 metros do prédio. “Se alguém quiser passar, nós vamos perguntar onde vai. Se falar que vai a uma casa, vamos acompanhá-lo”, disse ele.

Para facilitar, uma lista de moradores e veículos foi cadastrada nos últimos dois dias. Do lado direito do residencial London há um Batalhão da Corregedoria da Polícia Militar e várias casas. Do outro lado, dois prédios e mais casas. Em frente ao edifício, há um prédio residencial e uma escola infantil.

A imprensa terá espaço reservado bem diante do prédio. Algumas emissoras alugaram apartamentos do prédio em frente ao edifício London por até R$ 10 mil, segundo dizem alguns moradores.

Os caminhões para transmissão ao vivo poderão estacionar no imóvel da Corregedoria. Helicópteros foram proibidos das 8h às 22h, em um raio de 1,5 quilômetros a partir do prédio. Na quinta-feira, a aeronáutica negou pedido da polícia para interditar o espaço aéreo, alegando que o pedido não se enquadrava em nenhum motivo previsto pelo órgão. O Divisão de Controle do Espaço Aéreo (DTCEA), afirmou que a Aeronáutica irá solicitar por notificação aos aeronavegantes que os helicópteros não sobrevoem, já que a interdição não é possível. Em caso de desobediência, a Anac será comunicada. A previsão é que a reconstituição dure cerca de dez horas.

São Paulo - Da chegada do casal Alexandre Nardoni, 29 anos, e Anna Carolina Trotta Jatobá, 24 anos, à queda da menina Isabella Nardoni no jardim do edifício Residencial London. Todos os passos relatados pelo casal, por testemunhas ou presumidos pela polícia serão refeitos hoje, a partir das 9h, no mesmo prédio da rua Santa Leocádia, 138, na Vila Isolina Mazzei (zona norte). O pai, a madrasta e a mãe da menina, Ana Carolina Oliveira, 24, foram convocados a participar da “reprodução simulada” - forma como os peritos chamam a encenação de todas as versões -, mas não devem comparecer.

A simulação será feita com policiais, testemunhas e funcionários do resgate. A intenção é ver se o espaço físico e o tempo contradizem alguma das hipóteses cogitadas para o crime. Segundo a polícia, as agressões à menina começaram no carro. A madrasta a asfixiou e o pai a soltou da janela, depois de segurá-la pelos pulsos do lado de fora da janela do sexto andar. Já o casal diz que alguém invadiu o apartamento e jogou a menina pela janela.

Uma boneca com tamanho e peso similares aos de Isabella será usada. Como o casal não é obrigado a encenar, policiais do mesmo porte de Alexandre e Anna deverão entrar em cena. Também haverá peritos em outros apartamentos, na portaria e até em edifícios vizinhos para conferir se é possível escutar gritos emitidos do apartamento 62, onde ocorreu o crime. Um decibelímetro (aparelho para medir decibéis) pode vir a ser utilizado.

Interdição

A rua seria parcialmente interditada a partir das 23h30 de ontem. Apenas veículos de moradores, visitantes e prestadores de serviço poderão passar. Segundo o supervisor do Grupo de Operações Especiais (GOE), Luiz Antonio Pinheiro, curiosos a pé poderão chegar a até 60 metros do prédio. “Se alguém quiser passar, nós vamos perguntar onde vai. Se falar que vai a uma casa, vamos acompanhá-lo”, disse ele.

Para facilitar, uma lista de moradores e veículos foi cadastrada nos últimos dois dias. Do lado direito do residencial London há um Batalhão da Corregedoria da Polícia Militar e várias casas. Do outro lado, dois prédios e mais casas. Em frente ao edifício, há um prédio residencial e uma escola infantil.

A imprensa terá espaço reservado bem diante do prédio. Algumas emissoras alugaram apartamentos do prédio em frente ao edifício London por até R$ 10 mil, segundo dizem alguns moradores.

Os caminhões para transmissão ao vivo poderão estacionar no imóvel da Corregedoria. Helicópteros foram proibidos das 8h às 22h, em um raio de 1,5 quilômetros a partir do prédio. Na quinta-feira, a aeronáutica negou pedido da polícia para interditar o espaço aéreo, alegando que o pedido não se enquadrava em nenhum motivo previsto pelo órgão. O Divisão de Controle do Espaço Aéreo (DTCEA), afirmou que a Aeronáutica irá solicitar por notificação aos aeronavegantes que os helicópteros não sobrevoem, já que a interdição não é possível. Em caso de desobediência, a Anac será comunicada. A previsão é que a reconstituição dure cerca de dez horas.

São Paulo - Da chegada do casal Alexandre Nardoni, 29 anos, e Anna Carolina Trotta Jatobá, 24 anos, à queda da menina Isabella Nardoni no jardim do edifício Residencial London. Todos os passos relatados pelo casal, por testemunhas ou presumidos pela polícia serão refeitos hoje, a partir das 9h, no mesmo prédio da rua Santa Leocádia, 138, na Vila Isolina Mazzei (zona norte). O pai, a madrasta e a mãe da menina, Ana Carolina Oliveira, 24, foram convocados a participar da “reprodução simulada” - forma como os peritos chamam a encenação de todas as versões -, mas não devem comparecer.

A simulação será feita com policiais, testemunhas e funcionários do resgate. A intenção é ver se o espaço físico e o tempo contradizem alguma das hipóteses cogitadas para o crime. Segundo a polícia, as agressões à menina começaram no carro. A madrasta a asfixiou e o pai a soltou da janela, depois de segurá-la pelos pulsos do lado de fora da janela do sexto andar. Já o casal diz que alguém invadiu o apartamento e jogou a menina pela janela.

Uma boneca com tamanho e peso similares aos de Isabella será usada. Como o casal não é obrigado a encenar, policiais do mesmo porte de Alexandre e Anna deverão entrar em cena. Também haverá peritos em outros apartamentos, na portaria e até em edifícios vizinhos para conferir se é possível escutar gritos emitidos do apartamento 62, onde ocorreu o crime. Um decibelímetro (aparelho para medir decibéis) pode vir a ser utilizado.

Interdição

A rua seria parcialmente interditada a partir das 23h30 de ontem. Apenas veículos de moradores, visitantes e prestadores de serviço poderão passar. Segundo o supervisor do Grupo de Operações Especiais (GOE), Luiz Antonio Pinheiro, curiosos a pé poderão chegar a até 60 metros do prédio. “Se alguém quiser passar, nós vamos perguntar onde vai. Se falar que vai a uma casa, vamos acompanhá-lo”, disse ele.

Para facilitar, uma lista de moradores e veículos foi cadastrada nos últimos dois dias. Do lado direito do residencial London há um Batalhão da Corregedoria da Polícia Militar e várias casas. Do outro lado, dois prédios e mais casas. Em frente ao edifício, há um prédio residencial e uma escola infantil.

A imprensa terá espaço reservado bem diante do prédio. Algumas emissoras alugaram apartamentos do prédio em frente ao edifício London por até R$ 10 mil, segundo dizem alguns moradores.

Os caminhões para transmissão ao vivo poderão estacionar no imóvel da Corregedoria. Helicópteros foram proibidos das 8h às 22h, em um raio de 1,5 quilômetros a partir do prédio. Na quinta-feira, a aeronáutica negou pedido da polícia para interditar o espaço aéreo, alegando que o pedido não se enquadrava em nenhum motivo previsto pelo órgão. O Divisão de Controle do Espaço Aéreo (DTCEA), afirmou que a Aeronáutica irá solicitar por notificação aos aeronavegantes que os helicópteros não sobrevoem, já que a interdição não é possível. Em caso de desobediência, a Anac será comunicada. A previsão é que a reconstituição dure cerca de dez horas.

Vômito da menina em camiseta do pai

São Paulo - Peritos encontraram vestígios de vômito de Isabella na camiseta que Alexandre Nardoni, 29 anos, pai da menina, usava na noite em que ela morreu, de acordo com reportagem de anteontem do “Jornal Nacional”, da TV Globo. O vômito teria ocorrido depois que a menina foi esganada. As informações estão no depoimento que Alexandre e sua mulher Anna Carolina Jatobá, 24 anos, prestaram na sexta-feira passada no 9.º Distrito Policial (Carandiru), segundo a reportagem.

Os policiais teriam apresentados provas técnicas que indicam que o casal matou Isabella, após Alexandre repetir a versão dele sobre o dia do crime, de acordo com a reportagem. Eles falaram sobre o comportamento da menina e sobre o relacionamento com Anna. Nardoni disse que eles têm uma vida de casal comum, com brigas e ciúmes, típicas de qualquer relacionamento.

Segundo a TV, Nardoni disse que não viu a filha vomitar e foi informado pela polícia de que o vômito ocorreu após Isabella ser estrangulada, como uma reação do organismo. Nardoni também não soube explicar como havia sangue da filha em seu carro. Ele voltou a dizer aos policiais que levou a menina no colo, sem ferimentos, para seu apartamento. Alexandre também não soube explicar como havia sangue de Isabella sob um sapato de Anna. Ele disse novamente que viu somente uma gota de sangue no lençol e na tela da janela do quarto de onde a menina foi arremessada. Os policiais teriam dito a Alexandre que os peritos encontraram sangue no chão da sala e no sofá, com a ajuda de uma reagente químico. O sangue teria sido limpo e Alexandre disse que não viu esse sangue e não limpou, deduzindo que quem o teria feito é a mesma pessoa que ele diz ter entrado no apartamento.

Alexandre também foi questionado sobre como a pegada de seu chinelo estava no lençol da cama do quarto de onde a menina foi jogada. Ele afirmou que não tem hábito de pisar na cama com calçados que acabara de chegar da rua e que teria feito isso para alcançar a janela e fechá-la.

Em seu depoimento, Anna se definiu como insegura e ciumenta. Admitiu que briga e fala palavrões, porém, que teria ficado mais madura com o nascimento dos filhos. Anna também afirmou não ter visto Isabella machucada e também não soube dar explicações sobre o sangue encontrado pela perícia no carro do casal.

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