Tribuna do Leitor

Construção de igrejas e reformas de praças


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Você sabe como são administrados os recursos financeiros na Igreja Católica? De onde eles vêm e para onde vão? A arrecadação começa nas paróquias e capelas através de campanhas de conscientização para o dízimo. Como nem sempre o valor arrecadado, mesmo somado às coletas nas missas, é suficiente, a comunidade se une para promover quermesses, pasteladas, rifas e chás beneficentes, entre outros eventos. Os esforços contribuem para arcar com os custos da manutenção da igreja, que incluem secretaria, funcionários, água, luz, folhetos, móveis, objetos litúrgicos, consertos na estrutura do templo, entre muitas outras despesas, em nível paroquial e diocesano.

Além disso, o dinheiro arrecadado nas paróquias é utilizado para ações de evangelização e atividades assistenciais. Entre elas, estão o combate à desnutrição feito pela Pastoral da Criança, o apoio a famílias e dependentes por meio da Pastoral da Sobriedade, a manutenção de creches, os projetos de inclusão social através de cursos pro-fissionalizantes e a atenção a causas urgentes como a distribuição de cestas básicas e remédios para grupos de toda a cidade e de todas as religiões.

Ainda nesse contexto, há a necessidade da reforma e da construção de novas igrejas. A maioria delas demora anos, pois conta apenas com a colaboração dos membros da comunidade, seja com dinheiro, doação de materiais ou trabalho nos eventos das paróquias e da diocese que visam arrecadar recursos, em verdadeiros testemunhos de solidariedade e comunhão. Aliás, essa comunidade – que faz o “algo a mais”, defende a vida e possibilita que a Boa Nova de Deus seja levada – é constituída pelos mesmos cidadãos e cidadãs quem pagam impostos para ter segurança e condições dignas de transitar pelas ruas e pelas praças (públicas) do município.

Aline Mendes - Pastoral da Comunicação Diocesana - RG. 30.833.315-9

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