Washington - A suspensão por sete meses da aplicação da pena de morte nos Estados Unidos chegou ao fim na noite de ontem, com a execução de William Lynd, 53 anos, sentenciado na Geórgia (sul) pelo assassinato da namorada, em 1988.
As execuções haviam sido suspensas devido a uma controvérsia sobre a crueldade da aplicação da injeção letal, método mais usado no país. Muitos detentos entraram com recursos na Suprema Corte para rever suas penas, argumentando que se tratava de um “castigo cruel e desmedido”, o que é proibido pela Constituição.
Mas os juízes da Suprema Corte decidiram no mês passado, por 7 votos a favor e 2 contra, que a injeção letal não infringe a lei. Lynd foi o 1.100º preso executado desde a restauração da pena capital no país, em 1976.