Não consigo mensurar o ódio e a revolta que senti ao ler o que revelou o excelente jornalista e patriota Carlos Pinto, no JC do dia 6 p.passado: que, de um total de 250 mil ONGs existentes no Brasil, cem mil delas de origem alienígena, atuam na Amazônia em atividades predatórias. Meu Deus, vamos tirar o nariz de palhaço de nossas caras, e, a qualquer custo, escorraçá-las do nosso país. Duvido que sequer uma delas possa trazer algum benefício, pois não são controladas pelo comando militar da área, o que vem a ser um erro estratégico imperdoável.
Sugam o poder público, agem sorrateiramente como um câncer em metástase, aliciando, roubando, e, fazendo tipo como gato e rato, atuam junto aos indígenas, enganando-os, mostrando-se melífluos com cara de anjo, mas, como vampiros predadores, operam nas trevas, passando a mão na cabeça e a faca no pescoço. Dizer, então, que “tribos da região falando fluentemente o inglês, e sequer pronunciam uma palavra em português”, dá a perceber, por si só, como é acirrada a sanha furtiva das ratazanas. Difícil acreditar! Mas... já começamos a reagir...
General Augusto Heleno, eu o cumprimento pela sua valentia e patriotismo. Não o conheço, mas o admiro, e tenho absoluta certeza que milhares de brasileiros o apoiam como o paladino que não esmorecerá nunca, pois sabe que aquele pedaço de chão é o chão bendito de nossa pátria, só nossa, gigante, bonita, única, de verdes exuberantes e águas fabulosas, prenhe de riquezas, despertando cobiça aos chacais de outras plagas, que demonstram desdém para disfarçar o que levam, mas que logo, logo, num futuro bem próximo, se submeterão, e, principalmente, nas áreas dos combustíveis e da água.
Adalto Dias - ferroviário aposentado