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Dinamarqueses e suíços são os mais felizes

Da Redação
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Há dois anos, a Universidade de Leicester, na Inglaterra, fez o primeiro “mapa mundial da felicidade”. De acordo com o estudo, os dinamarqueses e os suíços são os povos mais felizes. Por outro lado, os zimbabuanos e burundineses são os mais infelizes. Os brasileiros ocupam o 81.º lugar.

O mapa foi elaborado pelo especialista em psicologia social Adrian White, que baseou sua análise na expectativa de vida, bem-estar econômico e acesso à educação da população.

White usou dados publicados pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) - entre outros órgãos - para ilustrar as diferenças internacionais sobre nível de felicidade. O mapa reúne 177 países.

Depois da população da Dinamarca e da Suíça, os mais felizes são os cidadãos da Áustria, Islândia, Bahamas, Finlândia e Suécia, enquanto entre os primeiros 20 também estão Costa Rica (13.º), Holanda (15.º), Malásia (17.º) e Noruega (19.º).

Entre os países latino-americanos, estão na lista Argentina (56.º), Bolívia (117.º), Chile (71.º), Colômbia (34.º), Cuba (83.º), República Dominicana (42.º), Equador (111.º), El Salvador (61.º), Guatemala (43.º), Honduras (37.º), México (51.º), Nicarágua (85.º), Panamá (39.º), Paraguai (75.º), Peru (115.º), Uruguai (87.º), Venezuela (25.º).

Segundo o estudo, o nível de felicidade está mais associado à saúde das pessoas, ao bem-estar econômico e ao acesso à educação secundária. As três variáveis estão muito ligadas entre si, o que evidencia a interdependência destes três fatores, disse White.

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