Tribuna do Leitor

Vítima de um “equívoco”


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Confesso que sempre fui contra o uso do cinto de segurança, pois este equipamento é para minha segurança e isso eu decido. Mas, infelizmente, é lei e tem que ser cumprida. Apesar de relutar bastante e não pretendendo alimentar a “indústria da multa”, passei a usá-lo regularmente. Num sábado de maio pela manhã, ao sair de um supermercado do Estoril e atravessar o semáforo da avenida Comendador da Silva Martha, deparei-me com um “azulzinho”. Pensei: “Ainda bem que estou de cinto.” Quando cheguei em casa comentei com minha família que tinha um “azulzinho” meio escondido e que, em pleno sábado pela manhã, ia “matar o boi” de tanta multa. Tal foi minha surpresa que alguns dias depois a multa chegou . Sei que se trata de um “equívoco”, mas como provar este ”lapso” do azulzinho? É minha palavra contra a do fiscal de trânsito. Vou ter que alimentar essa indústria e ficar quieta. Fiquem atentos, senhores motoristas! Vocês também podem ser vitímas desses “equívocos” e sair no prejuízo. A vocês, “azuizinhos”, cautela, pois podem penalizar motoristas simplesmente por uma falha humana.

Terê Carvalho

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