Na semana passada, assistimos pela TV Tem várias reportagens, comentando sobre o vandalismo nas escolas públicas do Estado de São Paulo de forma geral. Foi de muita importância, para o momento, pois, está ocorrendo uma banalização fora do comum e bastante vergonhosa, para toda a população, ou seja, uma falta de educação de base. Percebe-se que as famílias dessas pessoas não ligam. Logo, entendemos que a família também é carente na educação de base. Ela tem dificuldade de associar que os serviços públicos prestados são pagos diariamente, mensalmente e anualmente por todos nós, através dos nossos salários e dos consumos. Uma escola, entendemos, que deveria passar por Tintura há cada cinco anos, em razão do vandalismo, o governo precisa desembolsar verbas para consertos e pinturas nas escolas semestralmente, onde gaste-se desnecessariamente o dinheiro público, portanto, torna-se difícil beneficiar outras melhorias para as escolas, alunos e comunidades.
Se as familias não participarem da educação dos filhos, junto com a escola e a comunidade não cobrar essa presença, ela fica sem voz para reclamar do ensino de maneira alguma. Uma escola com qualidade é aquela preservada pela sua comunidade, onde os pais participam; os filhos tenham consciência do que fazem, falam de futuro; professores atualizados e gestão participativa. Gestão e professores não fazem milagres sozinhos! Os nossos executivos, legisladores e orgãos competentes precisam unir-se e tomar atitudes, visando transformar esse “caos” usando a razão, menos protecionismo e politicagem.
Professora Irma Slaghenaufi e aluna Tathiane Crepaldi