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Área da Vila Vicentina está sendo murada

Luciana La Fortezza
| Tempo de leitura: 2 min

O muro erguido na divisa do terreno da Vila Vicentina com outras áreas tornou-se a gênese das barracas de alvenaria. A instituição começou a ser cercada em janeiro deste ano como medida de proteção. Após o churrasco do ano passado, foram furtados 50 sacos de carvão, 25 botijões de gás, além de luminárias que haviam sido recebidos em doação.

“Eles foram levando aos poucos”, comenta a presidente da vila, Delfina Rosa Pregnolato. A esperança é que as paredes impeçam novas ocorrências dessa natureza. Após o festa de 2008, o muro já visível na rua Jorge Pimentel será concluído. Também depois do churrasco será erguido o quiosque dos doces, o único ainda não contemplado.

Outros dois e as barracas saíram do papel também graças à doação de telhas feita pela Receita Federal. “Desmancharam um barracão e nos doaram. Lavamos e pintamos as telhas. Os funcionários fizeram os postinhos para o custo ficar mais barato para a vila. É tudo material usado”, comenta Delfina.

Com os recursos angariados com a 57ª festa, no próximo domingo, a intenção é concluir a construção do muro e a reforma da cozinha, fazer a área de fisioterapia e reformar os pavilhões onde ficam os idosos. “Ainda teremos de fazer chá beneficente, almoços. Só a ampliação da cozinha ficou em R$ 430 mil. Foram vendidos cinco terrenos”, comenta. Isso porque a câmara fria foi doada pelo Rotary.

Segundo a presidente, somando recursos municipais, estaduais e federais, a instituição recebe por ano R$ 300 mil, além de parte do provento dos idosos, que participarão do churrasco. Funcionários os acompanharão pelo evento e servirão os mesmos pratos disponíveis nas barracas. No entanto, estarão livres para gastar na festa.

“Eles ficam à vontade. Mas muitos idosos são diabéticos. Se pedirem doces, a orientação é para não dar pois podem passar mal”, conclui a presidente.

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