Uma linda lição de amizade e companheirismo foi o que presenciei no último sábado (20/09), no agradável Bar do Português, no Higienópolis. Entre rodadas de chopp e porções de bolinhos de bacalhau, pude ouvir dezenas de “causos” hilários dos “meninos” que moraram e se divertiram de uma forma sadia na rua 13 de Maio e adjacências. Na realidade, ali estavam senhores que voltaram ao passado por uns bons momentos.
Difícil relatar qual a história ou “briga” é mais engraçada, mas uma me chamou atenção por utilizar um termo hoje totalmente descara-cterizado, a figura do "cheirador". Acho que poucos sabem que esse termo era utilizado para definir o amigo que ficava na porta da igreja em dias de casamento (geralmente o poeta Betinho) para “farejar” onde seria a festa, informação essa que seria repassada aos demais para que, vestidos em seus ternos (o Natal de linho branco), aparecessem na festa com a maior “cara-de-pau” do mundo.
Minha turma não era dessa faixa etária e a minha “praia” era da Rodrigues para baixo, mas como fiquei sabendo da confraternização por um convite muito bem elaborado na mão de um amigo, não resisti a acabei aparecendo. Obrigado aos presentes pela forma como me receberam, aos ausentes afirmo que perderam uma grande “reunião” e espero encontrá-los em breve.
Roberto “General” Macedo