Após a globalização as empresas têm modificado seus pontos de vista no que diz respeito à hierarquia, pois a busca é pelo respeito mútuo e trabalho constante em equipe. Paradigmas foram quebrados aceitando as mudanças e filtrando informações. Lembrando que os nossos paradigmas nem sempre são os corretos, e que desafiar os velhos caminhos requer muito esforço.
Independentemente da função hierárquica, a máxima para que todos consigam executar um bom trabalho, e realmente mostrar seu potencial, é a permissão para que as pessoas externem seus pensamentos.
São muitas as vantagens que advêm de se dar à equipe a oportunidade de participar do processo decisório, uma vez que isso fornece aos administradores a chance de ver os eventos de vários pontos de vista.
Devemos adotar a atitude e a ação que queremos que a outra pessoa expresse.
Os grandes líderes conheceram a importância de agir com confiança. Napoleão, ainda que talvez não seja um exemplo adequado de boas relações humanas, em outros aspectos conhecia os segredos de uma atitude de confiança e a usava em grau supremo. Depois de seu primeiro exílio, quando o exército francês foi enviado para capturá-lo, não fugiu e nem se escondeu. Saiu, intrepidamente, para enfrentá-lo. Um homem contra um exército. Não obstante, sua suprema confiança no fato de que dominaria a situação, operou milagres. Agiu como se esperasse que o exército aceitasse suas ordens. E no fim, os soldados acabaram regressando tendo-o como líder.
Portanto, para que um trabalho em qualquer lugar que seja, venha a ser produtivo, além de obrigatoriamente ser executado por toda a equipe, as pessoas precisam saber que são dignas de confiança.
A autora, Elaine Cristina Cordioli Vieira, é advogada coordenadora do Escritório Vinhas de Bauru - MBA em Gestão Empresarial