A frota do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), oficialmente, conta com 11 viaturas. No entanto, quando nenhuma está avariada, apenas seis rodam pela cidade para atender casos de urgência e emergência. Das 11, uma ainda não chegou do Ministério da Saúde. Outra é utilizada pelo Pronto-Socorro Central (PSC) para transportar pacientes aos hospitais. Trata-se de uma unidade equipada com terapia intensiva.
Das nove restantes, três são reservas e saem às ruas apenas para substituir outras, eventualmente em reparo. Anteontem, porém, duas apresentaram intercorrências mecânicas e elétricas durante o dia e foram afastadas para revisão técnica, admite o coordenador do Samu, José Eduardo Passos. De acordo com ele, a situação já está normalizada hoje.
“Não é só pegar e trocar a peça. Às vezes fica pronta, mas não está liberado o empenho. Também estávamos com problema com fornecedor. Essas viaturas têm um consumo mecânico muito alto porque transitam na cidade, freando e acelerando com muita freqüência. Isso consome mais rapidamente a viatura”, informa. Mas a maior dificuldade não é viatura, mas equipe.
“Não têm funcionários suficientes porque não tem como contratar. A gente está pagando hora extra para cobrir. Não temos como recompor por causa da eleição. O grande problema não é viatura, é montar equipe para sair com viaturas. Mas nesta semana a gente teve problema com mecânica”, conclui Passos. Diariamente, o Samu registra cerca de 190 chamados e atende entre 60 e 70 pessoas.